Depois de algum tempo sem atualizar, estou de volta com o blog e em breve terei novidades. =)
Então, gente.. Mês de março, chove muito no Rio de Janeiro. Resolvi usar um desses dias de chuva para fazer uma série de cartazes, como exercício. Resolvi então falar sobre as DIVAS e seus ensinamentos de sabedoria haha. Se inspirar nas musas.. QUEM NUNCA?
Quanto ao design, o conceito do layout é simples. Usei apenas grafite, gelo e cores análogas ao pink e ao azul turquesa. Uma única família tipográfica, imagens PB, polígonos de cor e paralelas. Optei por escolher apenas frases interessantes de personagens de filmes e novelas e deixa-las em seu idioma original, não as traduzindo para o português.
Foi difícil selecionar as divas! No final das contas, algumas favoritas PODEROSAS foram Lorelei Lee (Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras), Miranda Priestly (O Diabo Veste Prada), Eliza Doolittle (Audrey Hepburn em My Fair Lady) e, é claro, Carminhaaaaa!! Carminhaaaaa!!!! (Avenida Brasil, saudade eterna). Como fã incondicional da minha queridinha Audrey Hepburn, acho que o cartaz verdinho foi o meu favorito. Talvez depois eu faça uma série apenas com citações dela. Será? ^^ E vocês, de qual deles vocês gostaram mais?
Semana passada publiquei uma foto do bolinho de Mondrian na página da blog no Facebook. Achei a imagem por acaso na internet e não sabia a origem.. Como agradou, resolvi investigar.
Piet Mondrian foi um pintor holandês modernista. A sobremesa protagonista de hoje foi inspirada, é claro, nas famosas obras do artista. Criado pela chefe Caitlin Williams Freeman, é servido no café do SFMOMA (Museu de Arte Moderna de São Francisco, California). Não sei ao certo o sabor do bolinho.. =/ Não sei se as áreas coloridas tem sabores diferentes ou se são apenas pintadas. A cobertura de chocolate e as linhas são feitas com ganache.
O café também oferece outras sobremesas inspiradas em obras de arte. É possível comprar fatias de réplicas dos bolos da pintura de Wayne Thiebaud! O pintor americano é associado ao movimento Pop Art por retratar objetos da cultura em massa nas décadas de 50 e 60. Bolos, sorvetes, tortas, doces, brinquedos, batom..
A obra Cakes, de Thiebaud, 1963. Logo abaixo do original, a reprodução completa interpretada pela fotógrafa Sharon Core, em 2003. É engraçado pois Sharon fez os bolos reproduzindo a pintura, e Thiebaud fez a pintura reproduzindo outros bolos de verdade.. haha
Para terminar, achei receitas! Quem quiser se aventurar pode até tentar fazer em casa.
O post de hoje é dedicado às meninas que, assim como eu, às vezes tem a impressão de que nasceram na década errada. Gosto muito da tendência retrô chic, do vintage flertando com a elegância e romantismo das décadas de 50 e 60. Em especial, o estilo ladylike com saias rodadas, cintura marcada, cintura alta, laços, fitas, tiaras, estampas fofas, pérolas, sapatilhas.. Não é pra ficar igual a uma boneca, mas com bom gosto dá pra se inspirar e se vestir de forma bastante feminina e autêntica. Referências das PinUps com modelos sexy sem ser vulgar, xadrez, bolinhas e lenços também agradam bastante. Sem exageros, é claro.. não precisa parecer cosplay da Katy Perry. =P . Adoro compras online. Na verdade, não costumo comprar muitas coisas.. mas gosto de colocar as coisas no carrinho! ^^ O site americano ModCloth é um dos favoritos. Gente, socorro. É tudo lindo! Além de roupas, tem também sapatos, acessórios, bolsas, objetos, decoração.. falência! Olha, foi difícil. Depois de muito tempo consegui escolher aqui alguns vestidos para comprar. Hipoteticamente. Ou não!
No Brasil, temos a Un Vestido Y Un Amor. A marca foi criada pela estilista Mariana Aretz e pela atriz Debora Falabella. A loja fica em São Paulo, mas vende pelo site também. Olhei no site e muitos modelos são edições limitadas e parecem estar esgotados.. Quem se interessar vale a pena garimpar e ver o que encontra! . Mais alguns links: Esty Unique Vintage Heartbreaker Fashion Donnas Dress Shop Bernie Dexter
Olá! Tem alguém aí? Depois de muito protelar e procrastinar, enfim está pronto. Bem vindos, espero que gostem do blog! =) . Ontem finalmente assisti o primeiro episódio de Pan Am. Pra quem não sabia, a Pan Am foi a companhia aérea mais famosa do mundo, operando da década de 20 até 1991. O nome é um ícone cultural do século XX, seus pilotos eram considerados ídolos e as comissárias de bordo estrelas. Devem se lembrar do filme Catch Me If You Can, com Leonardo DiCaprio.. Onde ele finge ser um piloto da Pan Am para voar pelo mundo falsificando cheques. Um filme ótimo! . A proposta da nova série da ABC é recriar o glamour dos aviões e aeroportos mostrando o dia a dia da tripulação, abordando temas como espionagem e a liberdade da mulher no contexto político e social da época. Tudo, é claro, com a estética clássica, o saudosismo e lifestyle anos 60. Aliás, estão aparecendo várias séries usando esse período como tema. Além de Pan Am, tivemos The Playboy Club, The Kennedys.. Minha sincera opinião é que estão todos pegando carona no sucesso de Mad Men, série que acaba de ganhar o quarto Emmy consecutivo de melhor Drama. . É natural comparar as duas séries, contudo são roteiros completamente diferentes. Pan Am tem uma pegada bem Hollywoodiana. Apesar da trama dramática, tem um ar mágico e fantasioso com cenas cheias de cor e brilho. Acredito que tenha a intenção de alcançar a massa. Mad Men, até por ser produzida por um canal menor (AMC), conquista um publico mais seletivo. Quase toda a trama se passa em uma agência de publicidade na Madison Avenue, onde acompanhamos os conflitos pessoais dos publicitários que vendem o sonho americano. A história é densa e ganha nos detalhes, no texto sofisticado brilhantemente escrito, personagens muito bem construídos e na produção impecável, é claro. . Quando era criança, meu sonho era ser aeromoça. Confesso que eu estava bastante ansiosa por essa série, e acho que por isso esperava um pouco mais. Senti falta de pelo menos um personagem marcante, aquele especial que sempre será lembrado. Não pude assistir o bastante p/ declarar uma opinião formada pois só temos o episódio piloto, mas não consegui associar a Christina Ricci com a graça e o glamour que uma comissária da Pan Am se supõe ter. Na verdade, eu vejo Vandinha Adams o tempo todo! Como protagonista, ela pouco parece.. Pelo que pareceu, é mais uma clássica jovem rebelde, geniosa e, por isso, "especial". Mas vamos esperar o desenrolar da trama.. Contudo, a fotografia é linda.. e principalmente: os figurinos!! Como amante da década de 60, não perderei um episódio!